Olha o que este artista consegue fazer com pedras


A dureza está entre as primeiras coisas que nos vêm à mente quando pensamos em pedras, certo? No entanto, conforme você verá a seguir, o trabalho do escultor espanhol José Manuel Castro López desafia essa ideia! Olha só:























Porque cada um é feliz à sua maneira?


Porque é tão difícil para uma pessoa entender que cada um é feliz à sua maneira? Estou rodeada de pessoas hipócritas. Que na hora de julgar as pessoas são as primeiras a levantarem o dedinho e apontar, como se elas fossem perfeitas em suas vidinhas medíocres. E tudo isso acontece, quando a gente mais precisa de apoio.

Não precisa ir muito longe para detectar pessoas assim ao seu redor, na família é fácil encontrar quem se identifica com esse comportamento. Porém não assumem, afinal eles se definem como "não sou perfeito, mas fulano..."

Costumo ver as pessoas como livros, faço leitura e re-leitura delas todos os dias. Tento entender suas atitudes, ações, reações e comportamentos. Não sou psicóloga, acho que nem levo jeito para isso. Pois das muitas vezes meu julgamento pessoal está errado, por isso faço um apelo a todos que está lendo esse artigo: Não aponte esse dedo para uma pessoa, e a julgue como se você realmente soubesse dos seus problemas. Isso não irá ajudar em nada, porque o indivíduo irá se sentir inferior e incapaz. E muitas vezes, seu julgamento pode estar errado, causando danos enormes. Cada um sabe onde o calo aperta, e todos temos capacidade de nos adaptar à vários ambientes e situações. Afinal somos 'seres humanos de cabeças pensantes'. 

Por mais difícil que pareça, que a vida de casado de fulano seja uma droga. Não intrometa. Só fulano sabe o que quer da vida, e o melhor para si. O mesmo serve para aquele ciclano que largou a faculdade no último ano e ainda não sabe o que quer da vida. Eu digo a você: Sim ele sabe, porém dizendo isso, está evitando ainda mais ser julgado por você. 

Você tem uma situação semelhante na qual passou e deseja compartilhar conosco? Deixe seu comentário abaixo. 





Bar cria o maior carrinho de rolimã do Brasil


O Cristal Rock Bar, da cidade de Itapecerica da Serra (SP), conquistou o recorde brasileiro de maior carrinho de rolimã articulado. O veículo tem 90,9 metros de comprimento e é composto por 64 carrinhos de tamanho regular. O reconhecimento do título ocorreu em 11 de novembro, quando o carrinho percorreu 780 metros com 63 pessoas em um parque da cidade. 

Luciano Cadari, representante do RankBrasil estava presente e oficializou a marca com a entrega do troféu aos inventores. De acordo com o proprietário do Cristal Rock Bar, Gilmar Ritzel, a ideia de criar um carrinho de rolimã gigante surgiu no balcão do estabelecimento, em conversa com amigos. “As principais dificuldades foram organizar e enquadrar largura, altura e parafusos que juntam um carrinho ao outro, pensando na segurança de todos”, conta.

Com quase sete toneladas, a invenção exigiu oito meses de trabalho e vários materiais como ferro, madeira, rolimãs (rodinhas), soldas e parafusos. Além disso, o desafio contou com a participação de homens e mulheres, entre 13 e 60 anos de idade. Segundo Gilmar, o recorde junto ao RankBrasil é uma das maiores conquistas que a sociedade de Itapecerica da Serra poderia ganhar.


Antes e o depois da Guerra Civil da Síria

Há quem diga que não nos preocupamos com quem não conhecemos. Até aqueles mais sórdidos, ficariam chocados com as imagens a seguir. Não só pelas estruturas do país, mas também pela quantidade de mortos e refugiados. É tudo muito triste e lamentável, que coloquem a ganância á frente de qualquer sentimento de compaixão humana.

 A Guerra Civil na Síria começou em março de 2011


Ela teve início depois que um dos jovens revolucionários foi preso e torturado

 Manifestantes simpatizantes da Primavera Árabe foram mortos por seguranças do governo de Bashar al-Assad


Isso só levou mais pessoas às ruas

 Os manifestantes se armaram


E passaram a tentar expulsar as tropas de Assad

 Estima-se que quase 500 mil sírios já morreram desde o início dos combates



Também perderam a vida cerca de 3 mil civis estrangeiros

 Atualmente, quase 8 milhões de habitantes estão desalojados


E mais de 4,5 milhões de refugiados já tentaram a sorte em outras regiões do planeta

 Segundo a ONU, ambos os lados do conflito já cometeram crimes de guerra




Tais como sequestro, tortura e execução

 Ainda de acordo com a ONU, civis viraram alvos da guerra


Algo que também é considerado um crime

 O Estado Islâmico é acusado de castigar civis que não obedeçam as suas regras



Isso inclui execuções em praça pública












Capítulo XIII – Troca de Olhares



Entrei no ônibus e sentei no banquinho do lado da catraca, ficando de frente para todos ali. Estava começando a chover, as gotas de chuva escorria rápido, fazendo molhar todo o asfalto. E foi naquele entardecer, quando nossos olhares se cruzaram no reflexo do vidro do ônibus. Seu olhar era fixo e penetrante, fui ficando um pouco tímida, mas não queria perder aquilo. Parecia uma competição de olhares, o que aquele menino queria com aquilo? A gente conversou tão pouco na biblioteca, e agora estávamos ali nos olhando como se não houvesse mais pessoas por perto. 

Logo tinha chegado ao meu destino, puxei o sinal e desci correndo. Tapando a chuva com as mãos na cabeça. Terminei aquela noite sonhando acordada, lembrando-se daquele olhar e o que aquilo significaria. E como eu nunca tinha percebido aquele garoto no ônibus? E qual seria o nome dele? 

Para a minha desilusão, só tinha aula na segunda-feira, passei o fim de semana ansiosa. Optei em não comentar com a Zuza, e se fosse coisa da minha cabeça? Rebeca tinha combinado de sair com o Gustavo, parece que ela tinha um amor guardado que agora estava sendo correspondido.

Esse foi um dos fins de semana mais longo da minha vida, eu mal podia esperar para reencontrar o garoto. E se não bastasse, passei-o todinho em casa. Minhas amigas estavam com seus namorados. E eu tinha sobrado só me restava escutar músicas e das mais melosas. O clima lá fora estava propício, chovia muito e eu me sentia dentro de um filme.

Já na segunda-feira, estava pronta para pegar o ônibus quando minha mãe disse que me deixava na escola. Eu odiei a ideia, mas não hesitei. Não queria que ela percebesse. Lá na escola, comecei a notar o comportamento dele. Era um garoto muito reservado, e andava com uma turminha meio besta. Faziam piadas de tudo, mas ele ficava na sua. Era diferente. Eu o encarei no começo da aula, durante o intervalo e no fim da aula. E nada dele chegar em mim. Isso foi praticamente a semana toda, ele só me observava dentro do ônibus. Eu não entendia o que estava rolando. Achei que era um jogo, talvez ele só quisesse me confundir, ou me seduzir.

Estava quase me dando por satisfeita, eu iria ao baile sozinha. Afinal, já era nesse fim de semana. Quando na Educação Física Zuza veio me dizer que tinha alguém querendo falar comigo. Ela o puxou pelo braço pra perto de mim. E disse:

- Vai lá! Vocês dois precisam conversar. – percebi um pouco de felicidade em seus olhos de cupido.

- Oi, vamos dar uma volta na escola? – quando ele disse isso, comecei a tremer por dentro. Acenei com a cabeça que sim e saímos andando.

- Nossa, nem sei seu nome. – eu disse tão baixo que ele mal conseguiu ouvir. Chegando seus ouvidos mais próximos a mim. Seu cheiro era delicioso, como de alguém que acabou de tomar banho.

- Vamos começar do começo, meu nome é Edu. E o seu é Jolie, não é? – disse ele, com um sorriso no canto da boca.

- Sim. – só consegui falar isso.

A gente conversou desde a cor preferida até a situação politica do país. Inventávamos assunto para não acabar o dia. Naquele dia marcamos de nos encontrar de tarde para tomar um sorvete. E quando demos conta já era de noite. E por fim, ele me convidou para ir ao baile. E com certeza eu aceitei, pois sua presença já tinha se tornado essencial em minha vida.

Capítulo XII - Planejando a Formatura


Meus anos na escola Embaixador Rosenberg foram os melhores, eu estava rodeada de amigos. Os anos passaram voando. A Rebeca e eu estávamos planejando a formatura, queríamos colocar num telão um vídeo de linha do tempo. Mostrando como foi viver esses três anos no ensino médio. A professora encarregou cada aluno numa função. E numa votação, nos colocaram como parte da comissão de formatura, junto a Ana Lívia e o Anthony. Eles tinham as melhores notas e desempenho escolar, com isso ficaram com a parte de contabilidade. Enquanto a gente com a parte criativa e organizacional. 

Desde que a diretora liberou a entrada do violão da Rebeca, muitos alunos levavam para hora do intervalo um objeto de passa tempo. E a Karen tinha uma filmadora, seu sonho era ser repórter. E nesse tempo todo, ela tinha feito filmagens incríveis nossas. Fiquei encarregada de ajudar a Karen. Mas como naquela época só tínhamos acesso ao computador na escola. Todos os dias eu passava à tarde com ela na biblioteca trabalhando na edição vídeo.

Eu estava super empolgada, sempre que tenho uma ideia criativa, foco naquilo. E não tem o que me faça dispersar. Até o momento que escuto meu nome, num tom mais grave.

- Sta Jolie! Sta Jolie! – era a Sara, a bibliotecária. Ela estava um pouco impaciente apontando para o relógio. Pois precisava fechar a biblioteca, já estávamos cinco minutos depois do horário.

- Me desculpe Sara, já estamos desligando. – Falei já salvando o arquivo no meu usuário do computador. Karen foi juntando nosso material.

Eu estava tão animada com o projeto, estava ficando muito emocionante. Karen tinha conseguido captar cada instante. Desde aquela primeira vez da Rebeca com o violão, até o tombo que o George sofreu no lanche, fazendo ficar coberto de molho. Foi muito engraçado, até ele riu da situação. No segundo ano tivemos uma competição de melhores cantores da escola. E a diretora ordenou que todos cantassem numa audição. Para descoberta de novos talentos. E Karen filmou tudo, os desafinados dariam umas boas risadas.  

A semana toda foi produtiva, conseguimos terminar o vídeo e modesta parte estava incrível. Rebeca já tinha entrado em contato com o Buffet, decoração e o Dj. Ela tinha alguns contatos o que facilitou a negociação de tudo. Estávamos empolgadas para a chegada da formatura. Afinal, faltava um pouco menos de duas semanas. Todas as meninas já tinham sido convidadas para o baile, era tradição depois da entrega dos certificados. E eu estava tranquila, pois nem eu e nem Rebeca tinha sido convidada. Até a hora do intervalo. 

Estávamos sentadas no canteiro de frente para escola, esperando o ônibus para ir embora. Quando o Gustavo. O garoto mais charmoso da turma B convidou a Rebeca. Ela nem hesitou e disse que iria com ele. Confesso que me revoltei por dentro, ela sabia que eu não tinha com quem ir. Acho que o Caio aproveitou a situação e me chamou também. Ele tinha o riso estranho, sardinhas no rosto e tremia. Eu me desculpei e disse que já tinha um par. Para minha sorte, o meu ônibus veio e eu fui embora.

Fiquei pensando naquela situação, apesar de sempre estar rodeada de amigos. Nenhum deles me fazia sentir diferente. E eu também não dava liberdade para nenhum deles chegarem até mim. Almocei e voltei para escola, eu tinha gostado do ambiente da biblioteca. Precisava emprestar uns livros e me dispersar. 

Quando cheguei lá na biblioteca a Sara não estava, no seu lugar tinha um garoto que nunca tinha reparado na escola. Ele estava no mesmo ano que eu, porém sempre estudou na outra turma. Achei muito patético ele ali, trabalhando de graça. Peguei um livro na estante e sentei numa poltrona que havia ali. Quando dei por mim, já estava quase na hora de fechar a biblioteca. Fui lá registrar o livro, foi quando a gente se falou pela primeira vez. O garoto tinha voz grave, sobrancelhas grandes e um rosto expressivo. Ele foi muito simpático ao dizer que eu iria gostar da leitura. Sorri e saí de lá, indo para o ponto de ônibus. Para minha surpresa, o tal garoto pegou o mesmo ônibus que eu. 

15 cenas da natureza que só existiram por 1 segundo

1. A perfeição das imagens dos fotógrafos da vida animal é capaz de deixar qualquer um boquiaberto




2. Através das lentes das suas câmeras, eles capturam a grandiosidade dos cardumes de peixes



3. A lambidela que este esquilo recebeu de uma girafa



4. A cumplicidade dos pandas


5. A timidez desta morsa ao receber peixes em seu aniversário



6. O salto serelepe desta ovelha 


7. E as súplicas deste guaxinim desesperado



8. Graças aos especialistas em registrar a natureza, também podemos contemplar a força das ondas do mar se chocando contra um farol



9. Assim como o contraste entre as luzes no céu produzidas pelo homem e por forças naturais



10. O voo supersônico desta águia



11. A visita inesperada deste passarinho



12. A simpatia deste tubarão



13. A folga deste urso polar



14. A intrigante beleza desta cobra



15. E o bocejo simultâneo destas raposas